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Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
ANO I — RIO DE JANEIRO Segunda-feira, 5 de outubro de 2026 EDIÇÃO ESPECIAL — HISTÓRIA
Ilustração Felipe Deveza
Professor Felipe Deveza

Repositório de História e Materiais Didáticos

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  • 27/09/2026

Seminário: as revoltas do período regencial

Cada grupo vai pesquisar uma revolta do período regencial e apresentá-la à turma em quinze minutos. A apresentação é falada, apoiada em tópicos escritos no quadro e em imagens impressas ou projetadas. Leiam esta página inteira antes de começar: ela explica o que precisa ser dito, onde procurar e como o trabalho será avaliado.

Aclamação de D. Pedro II no Rio de Janeiro, 7 de abril de 1831. Litografia de Jean-Baptiste Debret, impressa por Thierry Frères em Voyage pittoresque et historique au Brésil (Paris, 1834-1839). No mesmo dia da abdicação do pai, o menino de cinco anos foi apresentado à multidão como imperador. Domínio público.

Parte 1. Por que o Império entrou em crise

Este texto acompanha a aula expositiva que antecede o trabalho. Ele funciona como moldura para a pesquisa do grupo: cada revolta que vocês vão estudar responde a uma ou mais das pressões descritas aqui.

A Constituição que o imperador escreveu

Em 1823, a Assembleia Constituinte reunida no Rio de Janeiro discutia um projeto que limitava os poderes de D. Pedro I e ampliava o peso dos proprietários brasileiros nas decisões. Em novembro daquele ano, o imperador cercou a Assembleia com tropas, dissolveu os trabalhos, prendeu e deportou deputados e entregou a um conselho de sua confiança a tarefa de redigir outro texto. A Constituição de 1824 foi outorgada, isto é, concedida pelo imperador sem votação.

O texto criou um quarto poder, o Moderador, exercido apenas pelo imperador, que podia dissolver a Câmara dos Deputados e escolher os senadores vitalícios a partir de listas tríplices vindas das províncias. Como chefe do Poder Executivo, cabia a ele também nomear os presidentes de província. O direito de voto dependia de renda comprovada, e a maior parte da população ficava fora do jogo político. A reação mais forte veio de Pernambuco, com a Confederação do Equador, em 1824, movimento que chegou a propor uma república separada no Norte. A repressão foi rápida e exemplar: Frei Caneca, um dos líderes, foi fuzilado em janeiro de 1825. O recado ficou claro para as províncias: contestar a centralização podia custar a vida.

Um imperador com um pé em Portugal e outro no Brasil

A morte de D. João VI, em 1826, tornou D. Pedro I herdeiro do trono português. O imperador passou a administrar a sucessão em Lisboa em favor da filha, Maria da Glória, e os adversários no Brasil exploraram a suspeita de que ele governava olhando para o outro lado do Atlântico. Ao mesmo tempo, a Guerra da Cisplatina, travada entre 1825 e 1828, terminou com a perda do território que se tornaria o Uruguai, depois de recrutamentos forçados e gastos que agravaram a crise financeira. O primeiro Banco do Brasil foi liquidado, o papel-moeda perdeu valor, e o tratado assinado com a Inglaterra em 1826, que previa o fim do tráfico atlântico de africanos, desagradou traficantes e senhores de terras.

A imprensa liberal atacava o governo todos os dias. O assassinato do jornalista Líbero Badaró, em São Paulo, em novembro de 1830, foi atribuído por seus aliados a partidários do imperador. Em março de 1831, brasileiros e portugueses se enfrentaram nas ruas do Rio de Janeiro em noites de conflito que ficaram conhecidas como Noite das Garrafadas. Sem apoio no Exército e na Câmara, D. Pedro I abdicou em 7 de abril de 1831 em favor do filho de cinco anos e embarcou para a Europa.

A abdicação do primeiro imperador do Brasil. Óleo de Aurélio de Figueiredo, 1911. A cena foi pintada oitenta anos depois do acontecimento, já na República, e mostra como o episódio passou a ser imaginado no início do século XX. Domínio público.

Um país grande governado de longe

O Império tinha dimensões continentais e comunicação lenta. Uma ordem saída do Rio de Janeiro levava semanas para chegar a Belém, a São Luís ou a Porto Alegre, e a resposta demorava outro tanto. Os presidentes de província eram nomeados pelo governo central e com frequência vinham de fora, sem vínculo com as famílias poderosas do lugar. Para quem vivia nas províncias distantes, o governo aparecia sobretudo como cobrança de impostos, recrutamento forçado para o Exército e a Marinha e nomeação de autoridades que ninguém escolhera.

A Regência tentou responder a esse problema com o Ato Adicional de 1834, que criou assembleias legislativas provinciais e ampliou a autonomia das províncias em assuntos como orçamento e funcionalismo. O arranjo diminuiu algumas tensões e criou outras, porque a disputa pelos novos cargos acirrou a briga entre grupos locais. Em 1840, a Lei de Interpretação do Ato Adicional recuou em boa parte dessas concessões. A historiadora Miriam Dolhnikoff mostra que as elites provinciais buscavam mais do que autonomia: queriam um lugar garantido dentro do Estado nacional.

Escravidão e desigualdade drenam a legitimidade

O Brasil da Regência era uma sociedade escravista. Pessoas escravizadas formavam parte considerável da população em quase todas as províncias e, em algumas cidades, chegavam a ser maioria. Somavam-se a elas os libertos, os indígenas submetidos à tutela, os trabalhadores livres pobres e os imigrantes recém-chegados. A Constituição de 1824 deixava essa maioria de fora: quem era escravizado não tinha cidadania, os africanos libertos ficavam sem direitos políticos e a exigência de renda afastava das eleições a população livre pobre.

Um Estado apoiado numa base tão estreita fica exposto quando o preço dos alimentos sobe, quando o recrutamento aperta ou quando a autoridade local se desmoraliza. As revoltas regenciais mostram isso de vários ângulos. Em algumas, proprietários e comerciantes disputaram entre si o controle da província. Em outras, escravizados, libertos, indígenas e trabalhadores pobres entraram na política com pautas próprias, como no Levante dos Malês, em Salvador, e na Cabanagem, no Grão-Pará, onde os rebeldes chegaram a tomar Belém e a governar a província.

A Regência: um governo sem o imperador

Entre 1831 e 1840, o Brasil foi governado por regentes: primeiro uma regência trina, depois regentes únicos eleitos, o padre Diogo Antônio Feijó e Pedro de Araújo Lima. A Guarda Nacional, criada em 1831, entregou aos proprietários locais a autoridade de armar e comandar tropas, o que reforçou o poder das elites regionais. A disputa entre quem defendia mais autonomia para as províncias e quem queria reforçar o centro organizou a política do período. O ciclo se encerrou em julho de 1840, com o Golpe da Maioridade, quando D. Pedro II, aos quatorze anos, foi declarado apto a governar.

Parte 2. Como será o seminário

  • O trabalho é em grupo, com escolha livre dos integrantes, respeitando o tamanho combinado com a turma.
  • Cada grupo terá quinze minutos: até treze minutos de apresentação e pelo menos dois minutos de perguntas da turma e do professor.
  • Todos os integrantes falam. Um grupo em que duas pessoas apresentam tudo enquanto as demais assistem perde pontos de entrosamento.
  • A apresentação é falada, e ler o trabalho em voz alta não conta como apresentação. Vale consultar uma ficha com tópicos e datas, do tamanho de meia folha, para não perder o fio.
  • Antes de começar, o grupo escreve no quadro os tópicos que vai apresentar, em forma de roteiro curto. Esse roteiro orienta a turma e ajuda quem estiver falando.
  • As imagens podem ser impressas em folha A4 para mostrar durante a fala ou projetadas na tela. Avisem o professor com antecedência se precisarem da projeção.
  • No dia da apresentação, o grupo entrega a ficha de pesquisa preenchida, com a lista das fontes consultadas.

Tamanho dos grupos

Os grupos ficam proporcionais ao tamanho da turma, para que todos tenham tempo de falar dentro dos quinze minutos.

Alunos na turma Número de grupos Integrantes por grupo
20 a 24 5 grupos 4 a 5 alunos
25 a 29 6 grupos 4 a 5 alunos
30 a 34 7 grupos 4 a 5 alunos
35 8 grupos 5 alunos

Cada tema é apresentado por um único grupo, e a escolha segue a ordem de inscrição na lista do professor.

Parte 3. Os temas disponíveis

As revoltas abaixo aconteceram durante a Regência ou começaram nela. A linha do tempo mostra quanto cada uma durou e ajuda a perceber que várias estavam acontecendo ao mesmo tempo.

Duração das revoltas, 1831-1845

  1. Revoltas do Recife
  2. Cabanada
  3. Carrancas
  4. Rusga
  5. Malês
  6. Cabanagem
  7. Farroupilha
  8. Sabinada
  9. Manuel Congo
  10. Balaiada
Revolta Onde Quando Por onde começar
Cabanagem Província do Grão-Pará, com centro em Belém 1835-1840 Rebeldes pobres, indígenas, escravizados e tapuios tomaram a capital e governaram a província. Foi a revolta mais mortífera do período.
Levante dos Malês Salvador, Bahia 1835 Levante planejado por africanos muçulmanos, escravizados e libertos, sufocado na madrugada de 25 de janeiro.
Sabinada Salvador e Recôncavo, Bahia 1837-1838 Revolta urbana que proclamou a República Bahiense, de caráter provisório, liderada por profissionais liberais e militares.
Balaiada Maranhão e Piauí 1838-1841 Vaqueiros, artesãos e sertanejos pegaram em armas contra o recrutamento e as autoridades locais, ao lado do quilombo de Cosme Bento.
Revolução Farroupilha Rio Grande do Sul e Santa Catarina 1835-1845 Estancieiros e charqueadores proclamaram a República Rio-Grandense. Começou na Regência e terminou no Segundo Reinado.
Cabanada Mata sul de Pernambuco e Alagoas 1832-1835 Camponeses, indígenas e escravizados fugidos lutaram contra os liberais que assumiram o poder depois da abdicação.
Rusga Cuiabá, Mato Grosso 1834 Revolta contra portugueses e autoridades da província, marcada por violência urbana e disputa entre grupos políticos locais.
Revoltas do Recife Recife, Pernambuco 1831-1832 Sequência de motins de rua e de quartel conhecidos como Setembrizada, Novembrada e Abrilada, envolvendo tropas, portugueses e restauradores.
Revolta de Carrancas Sul de Minas Gerais 1833 Levante de pessoas escravizadas em fazendas da região, seguido de repressão e execução pública dos acusados.
Revolta de Manuel Congo Vale do Paraíba fluminense, Paty do Alferes 1838 Fuga coletiva e formação de quilombo por escravizados de fazendas de café, com perseguição comandada pela Guarda Nacional.

Parte 4. O roteiro obrigatório da pesquisa

O roteiro abaixo precisa ser entregue no dia do seminário.

A apresentação precisa cobrir os quatro itens abaixo, nesta ordem. As perguntas de cada item guiam a pesquisa e ajudam a dividir as falas dentro do grupo. Respondam a todas antes de decidir quem apresenta o quê.

1 – Contexto do período regencial

cerca de 3 minutos

Comecem situando a turma no tempo. Expliquem por que o Brasil ficou sem imperador adulto, quem governava no lugar dele e quais eram as brigas políticas do momento. Este item é comum a todos os grupos, então a diferença estará na ligação que vocês fizerem com a sua revolta.

  • O que foi a Regência e quem eram os regentes no ano da sua revolta?
  • O que mudou na vida das províncias com o Ato Adicional de 1834?
  • Que grupos disputavam o poder no período e o que cada um defendia?
  • Que pressão do contexto nacional aparece na sua revolta: impostos, recrutamento, nomeação de autoridades, escravidão, presença portuguesa?

2 – Localização e contradições do lugar

cerca de 3 minutos

Mostrem onde fica a província ou a cidade, com um mapa impresso ou projetado, e expliquem como aquela sociedade funcionava antes da revolta. A pergunta de fundo é simples: quem vivia ali, do que vivia e quem mandava.

  • Onde fica a região, que distância a separa do Rio de Janeiro e como as pessoas se deslocavam e se comunicavam na época?
  • O que se produzia ali: açúcar, café, charque, gado, algodão, drogas do sertão, comércio de importação?
  • Quem trabalhava: pessoas escravizadas, indígenas, trabalhadores livres pobres, imigrantes?
  • Quem mandava: grandes proprietários, comerciantes portugueses, autoridades nomeadas pelo centro, militares?
  • Qual era a principal tensão social daquele lugar antes de a revolta começar?

3 – Estopim político

cerca de 3 minutos

Todo conflito tem um ponto em que a situação deixa de ser suportável. Identifiquem o acontecimento específico que desencadeou a revolta, com data e nomes. Troquem explicações vagas, como “o povo estava insatisfeito”, pelo que de fato aconteceu, em que dia e com quem.

  • Qual foi o fato que deu início ao levante: uma nomeação, uma prisão, um assassinato, um novo imposto, uma ordem de recrutamento, um plano descoberto?
  • Quem tomou a iniciativa e quem foi atingido?
  • Como as autoridades reagiram nos primeiros dias?

4 – Desdobramento e desfecho

cerca de 4 minutos

Contem como a revolta se desenvolveu e como terminou,  Interessa entender quem se organizou, com que objetivos, e o que sobrou depois.

  • Como os rebeldes se organizaram: tinham exército, governo próprio, jornal, bandeira, programa escrito?
  • Quem foram as principais lideranças e de que grupo social vinham?
  • Quanto tempo durou e como o governo central respondeu?
  • Quantas pessoas morreram ou foram presas, segundo as estimativas que vocês encontraram?
  • O que mudou depois: alguma reivindicação foi atendida, houve anistia, a repressão deixou marcas na região?
  • Como essa revolta é lembrada hoje, em festas, monumentos, nomes de rua ou livros escolares?

Os dois minutos finais

A turma e o professor farão perguntas ao final, e o grupo deve responder sem consultar o caderno. Um bom treino é cada integrante explicar a própria parte para os colegas do grupo, em voz alta, antes do dia da apresentação.

Parte 5. Como o trabalho será avaliado

A nota é do grupo, com ajuste individual quando alguém não apresentar ou quando a participação for claramente desigual.

Critério Pontos O que será observado
Profundidade da pesquisa 3,0 Uso de mais de uma fonte, com pelo menos um livro ou artigo de historiador. Datas, nomes e números corretos. Presença dos quatro itens do roteiro. Informações que vão além do resumo encontrado na primeira página do buscador (Google).
Entrosamento do grupo 2,0 Todos apresentam, as partes se encaixam sem repetição, a passagem de um integrante para outro é organizada, o tempo é respeitado e o roteiro está no quadro antes do início.
Capacidade de explicar 2,0 Fala com as próprias palavras, sem leitura corrida. Explica os termos difíceis para a turma. Usa as imagens para sustentar a explicação, em vez de apenas mostrá-las.
Capacidade de debater 3,0 Responde às perguntas com segurança, admite o que não encontrou na pesquisa e relaciona a própria revolta com as demais apresentadas pela turma.

Total: 10,0 pontos. A entrega da ficha de pesquisa é obrigatória, e a ausência dela desconta 2,0 pontos do grupo. Pode ser impresso, ou manuscrito. O uso de chatbots (chatgpt) para escrever o material não será aceito.

Parte 6. Onde pesquisar na internet

Comecem por esse site (felipedeveza.com.br) e pelo caderno, que dão o panorama do período, e depois passem aos sites abaixo. Eles foram escolhidos porque são mantidos por bibliotecas, arquivos, universidades e museus.

Atlas Histórico do Brasil, CPDOC/FGV
atlas.fgv.br Verbetes curtos, mapas e imagens organizados por período. É a melhor porta de entrada para a Regência e traz a localização dos conflitos.
Biblioteca Nacional Digital
bndigital.bn.gov.br Livros, mapas e documentos digitalizados, com exposições virtuais sobre o século XIX.
Hemeroteca Digital Brasileira
 Jornais da época digitalizados. Procurem o nome da revolta e vejam como os jornais de 1835 ou de 1838 noticiaram o conflito.
Arquivo Nacional
Documentos oficiais do Império e textos de apresentação escritos pelos pesquisadores da instituição.
MultiRio, Prefeitura do Rio de Janeiro
Textos e vídeos didáticos sobre história do Brasil, feitos para estudantes do Ensino Fundamental.
Café História
 Artigos de divulgação escritos por historiadores, com indicação de leituras.
Brasiliana Iconográfica e Brasiliana Fotográfica
 Bancos de imagens do século XIX, com gravuras de Debret e Rugendas. Boa fonte para as imagens da apresentação.
Museu Histórico Nacional e Museu do Ipiranga
busquem pelo nome no navegador Acervos com objetos, pinturas e textos explicativos sobre o Império.
Wikipédia
Serve como ponto de partida para ter uma ideia geral e descobrir nomes e datas. Desçam até o fim da página e usem as referências, que levam aos livros e artigos de verdade. Nada do que estiver lá entra na apresentação sem confirmação em outra fonte.

Como saber se uma página serve

  • Procurem quem escreveu. Texto assinado por historiador, professor ou instituição vale mais do que texto sem autor.
  • Vejam se a página indica de onde tirou as informações. Sem referências, o texto não pode ser conferido.
  • Desconfiem de sites que vendem resumos prontos e de blogs que repetem o mesmo parágrafo encontrado em outros cinco endereços.
  • Comparem sempre duas fontes. Quando elas divergirem numa data ou num número, digam isso na apresentação: mostrar a divergência é sinal de boa pesquisa.
  • Anotem o endereço e a data de acesso de tudo o que usarem, porque essa lista vai na ficha de pesquisa.

 

Sobre o uso de chatbots

Este trabalho deve ser feito sem ChatGPT, DeepSeek, Claude, Gemini ou qualquer outro gerador de texto, e a razão é pedagógica. A pesquisa consiste justamente naquilo que esses programas fazem no lugar de vocês: procurar, comparar versões diferentes, decidir o que interessa e escrever com as próprias palavras. Quem entrega essa parte a um programa deixa de exercitar a leitura e a interpretação, que são o objetivo central do seminário.

Há também um problema de confiabilidade. Esses sistemas produzem respostas prováveis, sem verificação, e erram com frequência em datas, nomes e números da história regional brasileira, além de inventar referências que não existem. Um grupo que apresentar informação inventada perde pontos de pesquisa. Na hora das perguntas, ficará claro quem pesquisou e consegue responder, quem copiou e não consegue responder.

 

Parte 7. Ficha de pesquisa

Itens que precisam ser apresentados no dia do seminário:

Modelo_Ficha_Pesquisa_Rusga  PDF

Modelo_Ficha_Pesquisa_Rusga DOCx

  1. Turma e nome dos integrantes, revolta escolhida, com a parte que cada um vai apresentar
  2. Roteiro de apresentação
  3. Tópicos que serão escritos no quadro
  4. Imagens selecionadas, com indicação de impressas ou projetadas
  5. Fontes consultadas, no mínimo três, sendo ao menos uma livro ou artigo de historiador. Anotem autor, título, endereço e data de acesso.

Leituras para quem quiser ir além

ASSUNÇÃO, Matthias Röhrig. A Guerra dos Bem-te-vis: a Balaiada na memória oral. São Luís: EDUFMA, 1988.

BASILE, Marcello. O laboratório da nação: a era regencial (1831-1840). In: GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.). O Brasil Imperial, volume II: 1831-1870. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

CARVALHO, Marcus J. M. de. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife, 1822-1850. Recife: Editora UFPE, 1998.

DOLHNIKOFF, Miriam. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil do século XIX. São Paulo: Globo, 2005.

MOREL, Marco. O período das Regências (1831-1840). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. A Revolução Farroupilha. São Paulo: Brasiliense, 1985.

REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

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