Cada grupo vai pesquisar uma revolta do período regencial e apresentá-la à turma em quinze minutos. A apresentação é falada, apoiada em tópicos escritos no quadro e em imagens impressas ou projetadas. Leiam esta página inteira antes de começar: ela explica o que precisa ser dito, onde procurar e como o trabalho será avaliado.
Aclamação de D. Pedro II no Rio de Janeiro, 7 de abril de 1831. Litografia de Jean-Baptiste Debret, impressa por Thierry Frères em Voyage pittoresque et historique au Brésil (Paris, 1834-1839). No mesmo dia da abdicação do pai, o menino de cinco anos foi apresentado à multidão como imperador. Domínio público.
Parte 1. Por que o Império entrou em crise
Este texto acompanha a aula expositiva que antecede o trabalho. Ele funciona como moldura para a pesquisa do grupo: cada revolta que vocês vão estudar responde a uma ou mais das pressões descritas aqui.
A Constituição que o imperador escreveu
Em 1823, a Assembleia Constituinte reunida no Rio de Janeiro discutia um projeto que limitava os poderes de D. Pedro I e ampliava o peso dos proprietários brasileiros nas decisões. Em novembro daquele ano, o imperador cercou a Assembleia com tropas, dissolveu os trabalhos, prendeu e deportou deputados e entregou a um conselho de sua confiança a tarefa de redigir outro texto. A Constituição de 1824 foi outorgada, isto é, concedida pelo imperador sem votação.
O texto criou um quarto poder, o Moderador, exercido apenas pelo imperador, que podia dissolver a Câmara dos Deputados e escolher os senadores vitalícios a partir de listas tríplices vindas das províncias. Como chefe do Poder Executivo, cabia a ele também nomear os presidentes de província. O direito de voto dependia de renda comprovada, e a maior parte da população ficava fora do jogo político. A reação mais forte veio de Pernambuco, com a Confederação do Equador, em 1824, movimento que chegou a propor uma república separada no Norte. A repressão foi rápida e exemplar: Frei Caneca, um dos líderes, foi fuzilado em janeiro de 1825. O recado ficou claro para as províncias: contestar a centralização podia custar a vida.
Um imperador com um pé em Portugal e outro no Brasil
A morte de D. João VI, em 1826, tornou D. Pedro I herdeiro do trono português. O imperador passou a administrar a sucessão em Lisboa em favor da filha, Maria da Glória, e os adversários no Brasil exploraram a suspeita de que ele governava olhando para o outro lado do Atlântico. Ao mesmo tempo, a Guerra da Cisplatina, travada entre 1825 e 1828, terminou com a perda do território que se tornaria o Uruguai, depois de recrutamentos forçados e gastos que agravaram a crise financeira. O primeiro Banco do Brasil foi liquidado, o papel-moeda perdeu valor, e o tratado assinado com a Inglaterra em 1826, que previa o fim do tráfico atlântico de africanos, desagradou traficantes e senhores de terras.
A imprensa liberal atacava o governo todos os dias. O assassinato do jornalista Líbero Badaró, em São Paulo, em novembro de 1830, foi atribuído por seus aliados a partidários do imperador. Em março de 1831, brasileiros e portugueses se enfrentaram nas ruas do Rio de Janeiro em noites de conflito que ficaram conhecidas como Noite das Garrafadas. Sem apoio no Exército e na Câmara, D. Pedro I abdicou em 7 de abril de 1831 em favor do filho de cinco anos e embarcou para a Europa.
A abdicação do primeiro imperador do Brasil. Óleo de Aurélio de Figueiredo, 1911. A cena foi pintada oitenta anos depois do acontecimento, já na República, e mostra como o episódio passou a ser imaginado no início do século XX. Domínio público.
Um país grande governado de longe
O Império tinha dimensões continentais e comunicação lenta. Uma ordem saída do Rio de Janeiro levava semanas para chegar a Belém, a São Luís ou a Porto Alegre, e a resposta demorava outro tanto. Os presidentes de província eram nomeados pelo governo central e com frequência vinham de fora, sem vínculo com as famílias poderosas do lugar. Para quem vivia nas províncias distantes, o governo aparecia sobretudo como cobrança de impostos, recrutamento forçado para o Exército e a Marinha e nomeação de autoridades que ninguém escolhera.
A Regência tentou responder a esse problema com o Ato Adicional de 1834, que criou assembleias legislativas provinciais e ampliou a autonomia das províncias em assuntos como orçamento e funcionalismo. O arranjo diminuiu algumas tensões e criou outras, porque a disputa pelos novos cargos acirrou a briga entre grupos locais. Em 1840, a Lei de Interpretação do Ato Adicional recuou em boa parte dessas concessões. A historiadora Miriam Dolhnikoff mostra que as elites provinciais buscavam mais do que autonomia: queriam um lugar garantido dentro do Estado nacional.
Escravidão e desigualdade drenam a legitimidade
O Brasil da Regência era uma sociedade escravista. Pessoas escravizadas formavam parte considerável da população em quase todas as províncias e, em algumas cidades, chegavam a ser maioria. Somavam-se a elas os libertos, os indígenas submetidos à tutela, os trabalhadores livres pobres e os imigrantes recém-chegados. A Constituição de 1824 deixava essa maioria de fora: quem era escravizado não tinha cidadania, os africanos libertos ficavam sem direitos políticos e a exigência de renda afastava das eleições a população livre pobre.
Um Estado apoiado numa base tão estreita fica exposto quando o preço dos alimentos sobe, quando o recrutamento aperta ou quando a autoridade local se desmoraliza. As revoltas regenciais mostram isso de vários ângulos. Em algumas, proprietários e comerciantes disputaram entre si o controle da província. Em outras, escravizados, libertos, indígenas e trabalhadores pobres entraram na política com pautas próprias, como no Levante dos Malês, em Salvador, e na Cabanagem, no Grão-Pará, onde os rebeldes chegaram a tomar Belém e a governar a província.

A Regência: um governo sem o imperador
Entre 1831 e 1840, o Brasil foi governado por regentes: primeiro uma regência trina, depois regentes únicos eleitos, o padre Diogo Antônio Feijó e Pedro de Araújo Lima. A Guarda Nacional, criada em 1831, entregou aos proprietários locais a autoridade de armar e comandar tropas, o que reforçou o poder das elites regionais. A disputa entre quem defendia mais autonomia para as províncias e quem queria reforçar o centro organizou a política do período. O ciclo se encerrou em julho de 1840, com o Golpe da Maioridade, quando D. Pedro II, aos quatorze anos, foi declarado apto a governar.
Parte 2. Como será o seminário
- O trabalho é em grupo, com escolha livre dos integrantes, respeitando o tamanho combinado com a turma.
- Cada grupo terá quinze minutos: até treze minutos de apresentação e pelo menos dois minutos de perguntas da turma e do professor.
- Todos os integrantes falam. Um grupo em que duas pessoas apresentam tudo enquanto as demais assistem perde pontos de entrosamento.
- A apresentação é falada, e ler o trabalho em voz alta não conta como apresentação. Vale consultar uma ficha com tópicos e datas, do tamanho de meia folha, para não perder o fio.
- Antes de começar, o grupo escreve no quadro os tópicos que vai apresentar, em forma de roteiro curto. Esse roteiro orienta a turma e ajuda quem estiver falando.
- As imagens podem ser impressas em folha A4 para mostrar durante a fala ou projetadas na tela. Avisem o professor com antecedência se precisarem da projeção.
- No dia da apresentação, o grupo entrega a ficha de pesquisa preenchida, com a lista das fontes consultadas.
Tamanho dos grupos
Os grupos ficam proporcionais ao tamanho da turma, para que todos tenham tempo de falar dentro dos quinze minutos.
| Alunos na turma |
Número de grupos |
Integrantes por grupo |
| 20 a 24 |
5 grupos |
4 a 5 alunos |
| 25 a 29 |
6 grupos |
4 a 5 alunos |
| 30 a 34 |
7 grupos |
4 a 5 alunos |
| 35 |
8 grupos |
5 alunos |
Cada tema é apresentado por um único grupo, e a escolha segue a ordem de inscrição na lista do professor.
Parte 3. Os temas disponíveis
As revoltas abaixo aconteceram durante a Regência ou começaram nela. A linha do tempo mostra quanto cada uma durou e ajuda a perceber que várias estavam acontecendo ao mesmo tempo.
Duração das revoltas, 1831-1845
- Revoltas do Recife
- Cabanada
- Carrancas
- Rusga
- Malês
- Cabanagem
- Farroupilha
- Sabinada
- Manuel Congo
- Balaiada
| Revolta |
Onde |
Quando |
Por onde começar |
| Cabanagem |
Província do Grão-Pará, com centro em Belém |
1835-1840 |
Rebeldes pobres, indígenas, escravizados e tapuios tomaram a capital e governaram a província. Foi a revolta mais mortífera do período. |
| Levante dos Malês |
Salvador, Bahia |
1835 |
Levante planejado por africanos muçulmanos, escravizados e libertos, sufocado na madrugada de 25 de janeiro. |
| Sabinada |
Salvador e Recôncavo, Bahia |
1837-1838 |
Revolta urbana que proclamou a República Bahiense, de caráter provisório, liderada por profissionais liberais e militares. |
| Balaiada |
Maranhão e Piauí |
1838-1841 |
Vaqueiros, artesãos e sertanejos pegaram em armas contra o recrutamento e as autoridades locais, ao lado do quilombo de Cosme Bento. |
| Revolução Farroupilha |
Rio Grande do Sul e Santa Catarina |
1835-1845 |
Estancieiros e charqueadores proclamaram a República Rio-Grandense. Começou na Regência e terminou no Segundo Reinado. |
| Cabanada |
Mata sul de Pernambuco e Alagoas |
1832-1835 |
Camponeses, indígenas e escravizados fugidos lutaram contra os liberais que assumiram o poder depois da abdicação. |
| Rusga |
Cuiabá, Mato Grosso |
1834 |
Revolta contra portugueses e autoridades da província, marcada por violência urbana e disputa entre grupos políticos locais. |
| Revoltas do Recife |
Recife, Pernambuco |
1831-1832 |
Sequência de motins de rua e de quartel conhecidos como Setembrizada, Novembrada e Abrilada, envolvendo tropas, portugueses e restauradores. |
| Revolta de Carrancas |
Sul de Minas Gerais |
1833 |
Levante de pessoas escravizadas em fazendas da região, seguido de repressão e execução pública dos acusados. |
| Revolta de Manuel Congo |
Vale do Paraíba fluminense, Paty do Alferes |
1838 |
Fuga coletiva e formação de quilombo por escravizados de fazendas de café, com perseguição comandada pela Guarda Nacional. |
Parte 4. O roteiro obrigatório da pesquisa
O roteiro abaixo precisa ser entregue no dia do seminário.
A apresentação precisa cobrir os quatro itens abaixo, nesta ordem. As perguntas de cada item guiam a pesquisa e ajudam a dividir as falas dentro do grupo. Respondam a todas antes de decidir quem apresenta o quê.
1 – Contexto do período regencial
cerca de 3 minutos
Comecem situando a turma no tempo. Expliquem por que o Brasil ficou sem imperador adulto, quem governava no lugar dele e quais eram as brigas políticas do momento. Este item é comum a todos os grupos, então a diferença estará na ligação que vocês fizerem com a sua revolta.
- O que foi a Regência e quem eram os regentes no ano da sua revolta?
- O que mudou na vida das províncias com o Ato Adicional de 1834?
- Que grupos disputavam o poder no período e o que cada um defendia?
- Que pressão do contexto nacional aparece na sua revolta: impostos, recrutamento, nomeação de autoridades, escravidão, presença portuguesa?
2 – Localização e contradições do lugar
cerca de 3 minutos
Mostrem onde fica a província ou a cidade, com um mapa impresso ou projetado, e expliquem como aquela sociedade funcionava antes da revolta. A pergunta de fundo é simples: quem vivia ali, do que vivia e quem mandava.
- Onde fica a região, que distância a separa do Rio de Janeiro e como as pessoas se deslocavam e se comunicavam na época?
- O que se produzia ali: açúcar, café, charque, gado, algodão, drogas do sertão, comércio de importação?
- Quem trabalhava: pessoas escravizadas, indígenas, trabalhadores livres pobres, imigrantes?
- Quem mandava: grandes proprietários, comerciantes portugueses, autoridades nomeadas pelo centro, militares?
- Qual era a principal tensão social daquele lugar antes de a revolta começar?
3 – Estopim político
cerca de 3 minutos
Todo conflito tem um ponto em que a situação deixa de ser suportável. Identifiquem o acontecimento específico que desencadeou a revolta, com data e nomes. Troquem explicações vagas, como “o povo estava insatisfeito”, pelo que de fato aconteceu, em que dia e com quem.
- Qual foi o fato que deu início ao levante: uma nomeação, uma prisão, um assassinato, um novo imposto, uma ordem de recrutamento, um plano descoberto?
- Quem tomou a iniciativa e quem foi atingido?
- Como as autoridades reagiram nos primeiros dias?
4 – Desdobramento e desfecho
cerca de 4 minutos
Contem como a revolta se desenvolveu e como terminou, Interessa entender quem se organizou, com que objetivos, e o que sobrou depois.
- Como os rebeldes se organizaram: tinham exército, governo próprio, jornal, bandeira, programa escrito?
- Quem foram as principais lideranças e de que grupo social vinham?
- Quanto tempo durou e como o governo central respondeu?
- Quantas pessoas morreram ou foram presas, segundo as estimativas que vocês encontraram?
- O que mudou depois: alguma reivindicação foi atendida, houve anistia, a repressão deixou marcas na região?
- Como essa revolta é lembrada hoje, em festas, monumentos, nomes de rua ou livros escolares?
Os dois minutos finais
A turma e o professor farão perguntas ao final, e o grupo deve responder sem consultar o caderno. Um bom treino é cada integrante explicar a própria parte para os colegas do grupo, em voz alta, antes do dia da apresentação.
Parte 5. Como o trabalho será avaliado
A nota é do grupo, com ajuste individual quando alguém não apresentar ou quando a participação for claramente desigual.
| Critério |
Pontos |
O que será observado |
| Profundidade da pesquisa |
3,0 |
Uso de mais de uma fonte, com pelo menos um livro ou artigo de historiador. Datas, nomes e números corretos. Presença dos quatro itens do roteiro. Informações que vão além do resumo encontrado na primeira página do buscador (Google). |
| Entrosamento do grupo |
2,0 |
Todos apresentam, as partes se encaixam sem repetição, a passagem de um integrante para outro é organizada, o tempo é respeitado e o roteiro está no quadro antes do início. |
| Capacidade de explicar |
2,0 |
Fala com as próprias palavras, sem leitura corrida. Explica os termos difíceis para a turma. Usa as imagens para sustentar a explicação, em vez de apenas mostrá-las. |
| Capacidade de debater |
3,0 |
Responde às perguntas com segurança, admite o que não encontrou na pesquisa e relaciona a própria revolta com as demais apresentadas pela turma. |
Total: 10,0 pontos. A entrega da ficha de pesquisa é obrigatória, e a ausência dela desconta 2,0 pontos do grupo. Pode ser impresso, ou manuscrito. O uso de chatbots (chatgpt) para escrever o material não será aceito.
Parte 6. Onde pesquisar na internet
Comecem por esse site (felipedeveza.com.br) e pelo caderno, que dão o panorama do período, e depois passem aos sites abaixo. Eles foram escolhidos porque são mantidos por bibliotecas, arquivos, universidades e museus.
- Atlas Histórico do Brasil, CPDOC/FGV
atlas.fgv.br Verbetes curtos, mapas e imagens organizados por período. É a melhor porta de entrada para a Regência e traz a localização dos conflitos.
- Biblioteca Nacional Digital
bndigital.bn.gov.br Livros, mapas e documentos digitalizados, com exposições virtuais sobre o século XIX.
- Hemeroteca Digital Brasileira
- Jornais da época digitalizados. Procurem o nome da revolta e vejam como os jornais de 1835 ou de 1838 noticiaram o conflito.
- Arquivo Nacional
- Documentos oficiais do Império e textos de apresentação escritos pelos pesquisadores da instituição.
- MultiRio, Prefeitura do Rio de Janeiro
- Textos e vídeos didáticos sobre história do Brasil, feitos para estudantes do Ensino Fundamental.
- Café História
- Artigos de divulgação escritos por historiadores, com indicação de leituras.
- Brasiliana Iconográfica e Brasiliana Fotográfica
- Bancos de imagens do século XIX, com gravuras de Debret e Rugendas. Boa fonte para as imagens da apresentação.
- Museu Histórico Nacional e Museu do Ipiranga
busquem pelo nome no navegador Acervos com objetos, pinturas e textos explicativos sobre o Império.
- Wikipédia
- Serve como ponto de partida para ter uma ideia geral e descobrir nomes e datas. Desçam até o fim da página e usem as referências, que levam aos livros e artigos de verdade. Nada do que estiver lá entra na apresentação sem confirmação em outra fonte.
Como saber se uma página serve
- Procurem quem escreveu. Texto assinado por historiador, professor ou instituição vale mais do que texto sem autor.
- Vejam se a página indica de onde tirou as informações. Sem referências, o texto não pode ser conferido.
- Desconfiem de sites que vendem resumos prontos e de blogs que repetem o mesmo parágrafo encontrado em outros cinco endereços.
- Comparem sempre duas fontes. Quando elas divergirem numa data ou num número, digam isso na apresentação: mostrar a divergência é sinal de boa pesquisa.
- Anotem o endereço e a data de acesso de tudo o que usarem, porque essa lista vai na ficha de pesquisa.
Sobre o uso de chatbots
Este trabalho deve ser feito sem ChatGPT, DeepSeek, Claude, Gemini ou qualquer outro gerador de texto, e a razão é pedagógica. A pesquisa consiste justamente naquilo que esses programas fazem no lugar de vocês: procurar, comparar versões diferentes, decidir o que interessa e escrever com as próprias palavras. Quem entrega essa parte a um programa deixa de exercitar a leitura e a interpretação, que são o objetivo central do seminário.
Há também um problema de confiabilidade. Esses sistemas produzem respostas prováveis, sem verificação, e erram com frequência em datas, nomes e números da história regional brasileira, além de inventar referências que não existem. Um grupo que apresentar informação inventada perde pontos de pesquisa. Na hora das perguntas, ficará claro quem pesquisou e consegue responder, quem copiou e não consegue responder.
Parte 7. Ficha de pesquisa
Itens que precisam ser apresentados no dia do seminário:
Modelo_Ficha_Pesquisa_Rusga PDF
Modelo_Ficha_Pesquisa_Rusga DOCx
- Turma e nome dos integrantes, revolta escolhida, com a parte que cada um vai apresentar
- Roteiro de apresentação
- Tópicos que serão escritos no quadro
- Imagens selecionadas, com indicação de impressas ou projetadas
- Fontes consultadas, no mínimo três, sendo ao menos uma livro ou artigo de historiador. Anotem autor, título, endereço e data de acesso.
Leituras para quem quiser ir além
ASSUNÇÃO, Matthias Röhrig. A Guerra dos Bem-te-vis: a Balaiada na memória oral. São Luís: EDUFMA, 1988.
BASILE, Marcello. O laboratório da nação: a era regencial (1831-1840). In: GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.). O Brasil Imperial, volume II: 1831-1870. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
CARVALHO, Marcus J. M. de. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife, 1822-1850. Recife: Editora UFPE, 1998.
DOLHNIKOFF, Miriam. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil do século XIX. São Paulo: Globo, 2005.
MOREL, Marco. O período das Regências (1831-1840). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
PESAVENTO, Sandra Jatahy. A Revolução Farroupilha. São Paulo: Brasiliense, 1985.
REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.